Mulher Maravilha

Direção: Patty Jenkins

Elenco: Gal Gadot, Chris Pine, Robin Wright, Danny Huston, David Thewlis

Gênero: Ação, Aventura, Fantasia

Nacionalidade: EUA

Ano de lançamento: 2017

Diana, princesa das Amazonas, cresceu rodeadas por mulheres fortes e guerreiras na isolada ilha de Themyscira. Um dia, o avião de Steve (Chris Pine), um espião britânico, afunda no mar e ela o salva da morte – é a primeira vez que ela vê um homem. Por meio dos relatos feitos por ele, Diana aprende que o mundo está em guerra. Acreditando que tudo é obra do vingativo Áries, deus da guerra, toma como missão destruí-lo e restaurar a paz.

Diana ajuda Steve a fugir das Amazonas com a condição de que ele a coloque na linha de frente da batalha. A moça foi criada em um meio muito diferente da sociedade moderna e por isso questiona costumes e atitudes do mundo ocidental, arrancando risadas do público. Diana é forte, determinada, instruída, honesta, amorosa e justa, porém ainda pouco sabe sobre as nuances, por vezes bem escuras, do caráter humano. A atriz Gal Gadot (que já apareceu nas telonas como Gisele em “Velozes e Furiosos”) encarna a personagem de forma tão… maravilhosa e natural, que é impossível não encantar-se e inspirar-se.

Muito desse poder também tem a ver com o fato da direção ter ficado ao cargo de outra mulher, Patty Jenkins. Diana é uma Amazona no sentido mais literal e mundano da palavra, mas sem exageros e sem ser hiper sensualizada. Ela não está lá para agradar aos homens, mas sim para vencer uma batalha. A galera na internet está até comemorando o fato de que as coxas balançaram em uma cena em fez um pouso. Talvez a imagem de Diana não seja revolucionária por ainda se enquadrar nos “padrões de beleza” modernos (e da HQ), mas é sim menos artificial. Precisamos de mais protagonistas como ela.

O filme tem 2h30 de duração e consegue manter um ritmo interessante. Aprendemos sobre a história de Diana e das Amazonas antes de passar à aventura dela em meio aos humanos. O interesse da princesa por Steve evolui aos poucos da curiosidade ao sentimento, mas a relação nunca ocupa o espaço da missão. As cenas de ação têm ótimos efeitos especiais que não roubam a cena, afinal o destaque é todo para Diana. Em resumo, no mundo cinematográfico dos super heróis estava faltando um filme como “Mulher Maravilha”.

Já assistiu “Mulher Maravilha”? Vem conversar comigo e deixe o seu comentário contando o que achou do filme!

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Girlboss: série do Netflix vs. livro

Sophia Amoruso é uma empresária norte-americana que, em 2006, fundou a marca Nasty Gal. A loja online de roupas vintage começou no eBay e depois evolui para o domínio próprio. Oito anos depois, a empresa estava avaliada em mais de 100 milhões de dólares. Duas lojas físicas foram abertas na Califórnia e o conceito foi se adaptando às demandas do mercado. No ano passado, a Nasty Gal faliu e foi revendida (por 20 milhões de dólares). A história de ascensão de Amoruso no mundo da moda virou uma autobiografia (#Girlboss, lançada em 2014) e inspirou a série de mesmo título do Netflix, produzida pela própria empresária e lançada no dia 21 de Abril.

50 páginas em 13 episódios

Além da trajetória de negócios, Amoruso narra no livro – e mostra em fotos – o seu passado, longe de qualquer glamour. Ela tinha 22 anos quando começou a vender roupas usadas online. Antes disso, não conseguia segurar um emprego, colecionava uma longa série de infrações e até foi pega por roubo, mas escapou da cadeia. Isso apenas três anos antes de criar a Nasty Gal. Nos 13 episódios da primeira temporada, a história de Sophia só é narrada até o lançamento do e-commerce próprio da marca. Isso resume, em grosso modo, as primeiras 50 páginas do livro, que tem no total 239 (na versão original em inglês).

#Girlboss 👩🏻‍💻🕶 A legenda honesta dessa foto seria “faço essa panqueca todo dia, mas hoje ela ficou bonita”.

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Amiga imaginária

A primeira imagem de cada episódio é um aviso de que a série é “vagamente baseada em fatos reais” – “bem vagamente”. Esta é a sensação para quem leu o livro. A “moral” da história é a mesma, mas todas as liberdades narrativas possíveis foram tomadas. A melhor amiga Annie não existe e elas não se conheceram na cadeia depois de um jogo de baseball. Como ela não existe, não foi Annie que defendeu Sophia contra os outros vendedores no eBay. Foi uma cliente, ela também vendedora, que tinha de fato comprado algo e ficado satisfeita. Ela também não conta sobre querer ir a todo custo para o Coachella. O drama da lavanderia que estragou o vestido de noiva não foi bem daquele jeito. Eles na verdade perderam um botão de uma jaqueta Chanel. Também não me lembro de ter lido sobre alguém que possa ter inspirado o personagem de Shane, o namorado da Sophia na série.

A impressão que fica é que o roteiro foi trabalhado ao máximo para deixar a história mais leve,  atual e “cool”, assim como a personalidade de Sophia. A personagem tem uma atitude “zero fucks given”, egoísta e oportunista. No livro, ela é mais madura, porém menos tolerante e ainda mais arrogante, mesmo ao detalhar seus (muitos) erros rebeldes do passado. Para alguns, isso pode ser totalmente justificado por ela estar lutando sozinha por um sonho, por um objetivo de vida.

Vale a pena assistir e/ou ler?

Eu gosto de personagens femininas fortes e acho ainda melhor quando elas têm características de anti-heroínas. Adoro o termo #girlboss e apoio qualquer história de sucesso feminino; acho inspirador.

Tendo dito isso, lembro que quando terminei o livro, fiquei um pouco desapontada porque esperava mais um “manual de como criar o próprio negócio” do que uma autobiografia com algumas dicas esparsas do mercado de trabalho. E quando terminei a série, fiquei um pouco desapontada porque esperava assistir à história da Sophia Amoruso e não uma versão resumida e mais romântica dela. Então acho que se você não esperar grande coisa de nenhum dos dois, vale a pena ver e ler para dar um boost no seu #girlpower.

Já terminou a maratona de Girlboss e/ou leu o livro? Me conte nos comentários o que achou!

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A Bela e a Fera

Direção: Bill Condon

Elenco: Emma Watson, Dan Stevens, Luke Evans

Gênero: Fantasia, Musical, Romance

Nacionalidade: EUA

Ano de lançamento: 2017

A história é tão antiga quanto o próprio tempo. Não sei de uma pessoa que não conheça – e não ame – o conto da mocinha que sonha em sair daquele vilarejo francês e ver o mundo. Que encontra refúgio nos livros e é inteligente demais para se conformar com um casamento medíocre, e por isso vira motivo de chacota. A jovem que toma o lugar do pai como prisioneira da amarga Fera. Não sei de uma pessoa que não esboce um sorriso ao ver essa Fera atrapalhada tentando conquistar o coração da moça. Que não admire o sentimento que floresce entre os dois encarnado em forma de uma valsa e um vestido amarelo.

Todo mundo conhece a história de “A Bela e a Fera”. E é exatamente isso que vemos nesta versão live action da Disney. A música arrepia logo no começo. E se você é fã como eu, vai (ter vontade de) chorar de emoção logo no primeiro bonjour. Emma Watson foi a escolha perfeita para o papel principal. Se da filmografia dela você só assistiu “Harry Potter” e está receoso em ver Hermione brincando com um leão, pare. Sente-se e preocupe-se apenas em aproveitar o espetáculo, deixe que ela faça (muito bem) todo o trabalho. A alma do clássico também não se perde nas mãos dos outros atores, com destaque para Josh Gad como LeFou, o braço direito de Gaston. Os efeitos especiais são muito bem feitos e os objetos animados se integram de forma sensata ao universo humano.

Quem me acompanha há algum tempo sabe que eu adoro a versão francesa (com Vincent Cassel e Léa Seydoux), lançada em 2014. Não há como fazer comparativos, são dois filmes com propósitos completamente diferentes. Um de releitura e o outro de fidelidade ao original. Porém, creio que já ter visto “A Bela e a Fera” em forma humana antes tirou um pouco do encanto de reencontrar os personagens e ver esta história encarnada. “La Belle et la Bête” é lindíssimo e vale muito a pena assistir, mas só a nova versão da Disney me deu vontade de chorar o filme inteiro – e horas depois.

Quem aí também já viu e se emocionou? Me contem nos comentários! Eu consegui me segurar até a hora em que eles dançam. Aí depois não parei. Hahaha

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4 Motivos para assistir a série Reign

Fiquei sabendo sobre “Reign” pela Karol Pinheiro. Coincidiu com a época em que estava terminando “Orange is the new black” e que ficaria “órfã” de série. Isso se você desconsiderar que também estou assistindo “Grey’s Anatomy” e “Shadowhunters”  (quem acompanha essas?) conforme novos episódios são liberados a cada semana. Mas não poderia assistir vários episódios de uma vez só, sabe? Já tinha visto a miniatura de “Reign” no Netflix e não me importando, mas então resolvi dar uma chance.

E viciei. Sério, gostei muito desta série e não consigo assistir mais nada. Por isso listei quatro motivos para recomendá-la para vocês. Porém confesso que não pesquisei muito sobre a produção porque não quero spoilers. Infelizmente aqui na França a Netflix só disponibilizou duas temporadas até agora. A quarta (e última) está no ar agora nos Estados Unidos #chateada.

1 – A história é verdadeira

A série conta a história da Mary Rainha da Escócia, que desde jovem foi prometida em casamento para o filho do Rei Henry II da França para consolidar a aliança entre as duas nações. A trama se passa nos arredores do Castelo de Fontainebleau, que fica há cerca de 60 quilômetro ao sul de Paris, por volta do ano 1559, durante o período do Renascimento e das Guerras Religiosas entre católicos e protestantes.

A produção toma todas as liberdades poéticas possíveis, então não espere uma série fielmente histórica. “The Crown” leva mais pontos nesta categoria. Porém esses personagens existiram e seus traços flutuam pelos monumentos históricos que ainda estão de pé. É incrível! Vários outras referências são citadas e é uma delícia saber onde fica Angers, Poitiers ou Chambord. Apesar de não ser fiel, “Reign” despertou o meu interesse por esta parte da história francesa. Vou terminar de ver a série e mergulhar na pesquisa para conhecer detalhes da história verdadeira.

2 – Muito drama

Se você gosta de amores impossíveis, frágeis alianças, ganância e traição, vai gostar de “Reign”. Todo mundo faz tudo pelo poder. Pense em “Game of Thrones” , porém bem menos sangrenta e muito mais recatada. Cabeças ainda rolam e os amores são fogosos, mas nada é explícito. Aí depende do seu gosto para definir se isso é algo bom ou não.

3 – O figurino 

Não tem outro jeito de falar: é um vestido mais lindo que o outro, uma jóia mais rica que a outra. A responsável, Meredith Markworth-Pollack, dá uma modernizada nos looks, mas sempre utilizando referências da época. Dá vontade de sair usando! Ainda bem que pelo menos dá para dar uma adaptada com as chokers Kkkk.

4 – O elenco é desconhecido, porém convincente

Com exceção de Alan Van Sprang (que interpreta o Valentine em “Shadowhunters” mas que eu chamo de Daughtry kkkk. Não parece muito eu sei, mas ficou na minha cabeça) e da Anna Popplewell (a Susan, de “As Crônicas de Nárnia”), o elenco me era bem desconhecido. Sou meio chata com isso, é sempre a primeira característica que procuro nas informações de um filme ou de uma série.

Mas os atores de “Reign”, de modo geral, mandam bem e são convincentes nos respectivos papéis. Nada digno de uma premiação, mas com certeza mais do que o suficiente para te dar vontade de continuar assistindo. Destaque óbvio para a protagonista australiana Adelaide Kane e para Torrance Coombs, que encarna o meio irmão bastardo Bash. Meu único “problema” é que meu cérebro substitui a imagem dele pela versão Murtagh do Garrett Hedlund de maneira totalmente instantânea e involuntária. Não é culpa do moço Hahaha.

Ficaram com vontade de ver “Reign”? Se já assistiu, conte nos comentários outros motivos pelos quais você recomendaria a série. Mas nada de spoilers, hein! Já que daqui a pouco termina, qualquer outra recomendação é bem vinda!

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3 Documentários que vão te ajudar com as resoluções de Ano Novo

Feliz 2017, gente! Que este novo ano seja repleto de gratidão, auto-conhecimento, progresso, sucesso e felicidade.

Faço parte do time que vê na virada mais uma oportunidade de evolução; de mudar o que não está funcionando, de desapegar e de agregar novas coisas e experiências. Por isso, em 2017 resolvi dedicar esta energia à busca por um equilíbrio que vai além do peso da balança (kkk). Quero sim trabalhar para alcançar a minha melhor versão física, mas também quero trabalhar o emocional. Desejo coisas novas, mas quero pensar no impacto delas na minha vida e no mundo.  Não é um trabalho preciso, porém uma avaliação constante de escolhas. Pegaram a vibe?

Reuni neste post três documentários, disponíveis no Netflix e outras plataformas, que me inspiraram e me deram um ponto de vista sobre três assuntos diferentes: alimentação, felicidade e moda. Se você também têm objetivos para 2017, está disposto(a) a ouvir ideias talvez diferentes das suas ou já zerou o catálogo de filmes e séries, sugiro que assista.

Food Choices

Um filme sobre comer conscientemente. Além do impacto na saúde, também é levado em consideração o custo do atual modo de vida da maioria das pessoas e as consequências dele para o planeta.

Happy

Todo mundo quer ser feliz, mas existe uma receita para a felicidade? O documentário reúne uma série de depoimentos de pessoas comuns de diferentes origens e entrevistas com especialistas para tentar responder à pergunta.

The True Cost

Os preços acessíveis das roupas de fast fashion são possíveis por causa da mão de obra e matéria prima barata que as empresas buscam em países menos desenvolvidos. O vídeo mostra o que se esconde por trás de uma camiseta com a etiqueta atraente à 5 dólares.

Já viram alguns desses documentários? Me contem nos comentários se vocês se interessam por estes temas. Qualquer outra indicação também será bem vinda!

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Nerve

nerveDireção: Ariel Schulman e Henry Joost

Elenco: Emma Roberts, Dave Franco, Emily Meade, Juliette Lewis.

Gênero: Suspense

Nacionalidade: EUA

Ano de produção: 2016

Nerve é um jogo online que faz sensação entre os jovens no momento. Quem decide jogar precisa completar tarefas que são estipuladas pelos próprios participantes e transmiti-las ao vivo para a audiência. Cada desafio completado gera uma compensação em dinheiro proporcional à dificuldade de execução. Se desistir, perde tudo. O objetivo é ter o maior número de seguidores para chegar à grande final. A tímida Vee (Emma Roberts) não tinha o mínimo interesse nesse jogo, mas após uma discussão com a amiga Sydney (Emily Meade) sobre quem aproveitava mais a vida, resolve provar que também tem atitude. Ela ganha popularidade junto à comunidade ao realizar um desafio e conhecer Ian (Dave Franco), outro jogador. O casal vira então o objeto das cada vez mais audaciosas ideias dos participantes de Nerve.

O longa é um thriller extremamente atual que leva à reflexão sobre a exposição na internet e a falta de controle dos atores que fazem parte dela. Emma e Dave formam um casal carismático e convincente apesar de estarem presos ao cliché do combo garota tímida e bad boy. Na fotografia, cores neon contrastam com o fundo escuro. A perspectiva é alternada entre o mundo real, o interior da tela do computador e a transmissão pelo celular de anônimos. O ritmo é rápido e poucas são as cenas que contém longos diálogos.

Nerve me fez pensar em Aos Treze. É um filme que os pais de hoje podem usar para educar os filhos, assim como muitos fizeram com o longa de 2013 (pelo menos a minha mãe o fez). Mas não é apenas para adolescentes. Ele serve também para todos que estão presente na internet, pois levanta questões pertinentes e atuais sobre segurança, moral e sensação de impunidade.

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20 filmes que nunca canso de ver

Hoje vi esta lista do BuzzFeed de filmes que podem ser revistos até o fim da vida. Apesar de concordar com muitos itens, resolvi fazer a minha. Se tem algo que eu adoro fazer nesta vida, esta coisa é rever filmes que eu amo. Não me canso! Vocês também? Parece que a cada sentada eu percebo algo diferente, seja na decoração, nos atores ou no diálogo. E claro, há partes em que dou risada (ou choro) como se fosse a primeira vez que visse aquilo.

1. O Parque dos Dinossauros (1993)

dinossauros

Na minha memória, este foi o filme que me fez perceber a magia do cinema.

2. O Diabo veste Prada (2006)

devilwearsprada

Anne Hathaway me representa.

3. Quatro irmãos (2005)

quatroirmaos

Conheço todas as falas deste filme e foi depois de começar a escrever uma fanfic dele que resolvi estudar Jornalismo. Também devo a ele o meu vocabulário (impressionante) de palavrões em inglês.

4. O Procurado (2008)

wanted

Meu lado “badass” (que ninguém vê, mas eu sinto) se parece com a Angelina Jolie andando armada por Chicago.

5. Encontro marcado (1998)

joeblack

Para o azar da minha mãe, tenho a sorte de ter um pai com o mesmo “problema” que eu: gostar de repetir filmes. Este é o nosso.

6. O Estagiário (2015)

intern

Anne Hathaway me representa.

7. Tróia (2004)

troy

Melhor elenco da vida. Um filme que reúne Brad Pitt, Orlando Bloom e (baby) Garrett Hedlund merece a minha audiência eterna. Fora que é a minha interpretação favorita de Aquiles.

8. 10 Coisas que eu odeio em você (1999)

10things

A melhor serenata.

9. As Crônicas de Nárnia: O leão a feiticeira e o guarda-roupa (2005)

narnia

Eu claramente deveria ter um leão de estimação.

10. O Senhor dos Anéis: A sociedade do anel (2001)

lordoftherings

Outro filme que abriu os meus olhos, anos mais tarde, para a magia do cinema.

11. O Diário da princesa (2001)

princessdiaries

Anne Hathaway me representa.

12. O Rei leão (1994)

lionking

Meu primeiro filme favorito da Disney.

13. A Bela e a Fera (1991)

beautyandbeast

Meu segundo filme favorito da Disney.

14. Sr e Sra Smith (2005)

mrmrssmith

Ah, o casamento…

15. Armageddon (1998)

armageddon

I don’t want to miss a thing.

16. Piratas do Caribe:  A maldição do Pérola Negra (2003)

pirates

Simplesmente divertido.

17. A Múmia (1999)

mummy

De novo: simplesmente divertido.

18. A Mentira (2010)

easya

I got a pocket, got a pocket full of sunshine.

19. Legalmente loira (2001)

legallyblonde

Muitas pessoas têm um passado negro, o meu é rosa.

20. As Branquelas (2004)

whitechicks

Eu sinceramente acho que esta é a melhor comédia de todas as comédias.

No fim das contas, acho que este post reflete bem a minha personalidade (para o bem e para o mal)! kkkk Foi difícil diferenciar os filmes que eu gosto muuuito dos que eu realmente poderia assistir até o final da minha vida. Às vezes eu até amo, mas simplesmente não estou afim de ver aquilo naquele momento.

O que vocês acharam da lista? Me contem nos comentários quais filmes vocês poderiam assistir até o fim sem enjoar!

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