Ela ainda não apareceu aqui no blog, mas é presença garantida no meu Instagram (@jujgarzon, segue lá!) e no Snapchat (jugarzon). Como hoje ela foi particularmente fofa e não saiu do meu lado (hahaha) resolvi responder esta TAG e falar da minha fofura para vocês!

Perguntas:

1. Qual é o nome do seu animal de estimação?

Lady Coco de Crocs Minilus.

Sem brincadeira!

Calma, eu explico. Aqui na França, existe o LOF (Livro de Origens Francês), que é o registro de todos os cachorros “de raça”. De acordo com a legislação, todos os nomes dos cães nascidos em determinado ano devem começar com a mesma letra, seguindo o alfabeto. Por exemplo, no ano passado era L, então fomos obrigados a registrá-la com um nome que começasse com esta letra.

O problema é que eu já tinha colocado na cabeça que queria uma cadelinha chamada Coco, que nem Coco Chanel, e aí quebramos um pouquinho a cabeça para achar uma boa combinação. A parte “de Crocs Minilus” foi dada pelo criador por causa da origem e do pedigree dela (mais sobre isso na pergunta #4). Mas no dia a dia não tem esse “fru-fru” todo, é só Coco, mesmo.

2. Qual é a espécie e a raça dele(a)?

Bulldog francês.

3. Qual é a idade?

Quase nove meses. Ela veio para casa com apenas dois.

4. Como você o adquiriu?

Tinha decidido que iria adotar. Passei um ano entrando todas as semanas nos sites de abrigos locais e procurando um amiguinho. O problema é que moramos num apartamento relativamente pequeno; às vezes ficamos em casa o dia inteiro, de vez em quando saímos de manhã para voltar à noite e por aí vai. Ou seja, precisávamos de um animal pequeno que não fosse sofrer com o espaço reduzido e que pudesse se adaptar ao nosso estilo de vida para que ninguém se prejudicasse.

Não achei. Durante um ano inteiro eu não consegui sentir aquela “conexão”, sabe? E aí, um dia, procurando por filhotes desnorteadamente (porque não aguentava mais viver sem um cachorro), me deparei com essa foto e disse “é ela!”:

buldogue_Francês

Gente, olha essa cara! Na hora fiz o meu marido ligar e perguntar se ela estava disponível, com o coração pesado pois tinha certeza de que ela já teria dono. Só que não! Fomos visitar o criador (a duas horas e meia daqui!), conhecemos a mamãe dos filhotes, pedimos para ver o pai e as condições do local onde os cachorros normalmente ficam.

Tive que trabalhar muito na minha cabeça o fato de que iria pagar pelo filhote. Sei que muita gente é contra os canis e eu mesma tenho os meus questionamentos sobre esta atividade. Eu tentei, mas não deu certo. Então preferimos buscar uma boa criação, com animais bem tratados e saudáveis. O pedigree não era nem de longe uma exigência. Acontece que nas nossas pesquisas, descobrimos que a França tem um problema grave com o tráfico de animais domésticos. As pessoas os trazem do leste europeu, misturam irresponsavelmente as raças e os vendem à quem quiser. Esse descuido, além de cruel por poder causar problemas na saúde dos bichinhos, acarreta também em despesas que poderiam ser evitadas. Por isso, o pedigree (ou o LOF, como dizem aqui), é uma garantia de que não alimentamos essa atividade ilegal.

5. O que ele (a) mais gosta de comer?

Ela é um dragãozinho que come tudo, até pedra. De verdade, dá dó depois. Claro que só damos ração e de vez em quando um biscoitinho para limpar os dentes – absolutamente nada de comida humana – e ela devora tudo.

6. Há quanto tempo você tem seu animal de estimação?

Sete meses, mas parece uma vida!

7. O que ele (a) faz que é muito engraçado/fofo?

Ela é hilária, sempre tento filmar o que ela apronta e postar no Snapchat (jugarzon) porque é engraçado demais. Hoje, por exemplo, ela pegou a cobertinha, enrolou na cadeira e depois começou a puxar, tipo cabo de guerra. Ontem ela jogou futebol (também com a cobertinha). Mas uma das coisas mais engraçadas que ela faz é ficar tão feliz que ela precisa correr. Ela fica louca e sem noção alguma de espaço, sai batendo em tudo. Também já filmei isso.

8. Como é a sua relação com seu animal de estimação?

Sem a Coco eu já teria enlouquecido. Como tenho trabalhado em casa desde fevereiro, ela é a minha companheira, mesmo. Estimo que ter ela foi a nossa escolha e ela é nossa responsabilidade. Quando saímos de férias, deixamos com alguém profissional e de confiança. Também já deixamos de ir passar um fim de semana em algum lugar porque não tínhamos com que deixá-la. Tê-la foi uma escolha bem consciente que tirou um pouquinho da nossa liberdade, mas que também encheu a casa de amor e diversão.

9. Situação engraçada que aconteceu entre vocês.

Não consigo pensar em nada particular agora… São várias risadas todos os dias.

10. Alguns apelidos/ nome que você chama seu animal de estimação.

Porquinho. Porque quando ela corre, ela faz barulho de porco, mesmo! Hahaha. Tanto que demos um porco de plástico que grunhe (tive que pesquisar esse termo) quando é apertado.

Louca. Por razões óbvias. Ela é muito aloprada! Hahahaha.

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Gostaram de saber um pouquinho mais sobre a Coco? Me contem nos comentários! Não deixem de acompanhar as aventuras dela nas redes sociais, é diversão garantida!

E um lembrete: animal de estimação não é brinquedo. Pense muito antes de ter um e faça as contas! Vá a um veterinário, tire as suas dúvidas e peça conselhos antes de se comprometer. Foi o que fizemos e a profissional ficou surpresa, dizendo que seria ótimo se mais pessoas fizessem como nós. É algo simples, que pode evitar vários problemas. Seja responsável para evitar sofrimento para você e para o bichinho.