Estou escrevendo isso do meu sofá, mas quando vocês puderem ler este post já vou estar praticamente na véspera do meu casamento. Não sei como irei me sentir, mas queria compartilhar com vocês algumas expectativas, pensamentos e sentimentos que tenho agora, há uma semana do “grande dia”.

Não sei nem se gosto desta expressão, tipo “o dia mais feliz da vida”. Isso quer dizer que o casamento é o ápice da felicidade? Não… A vida pode ter vários momentos de alegria, manifestados de formas e em situações diferentes. Não quero que o casamento seja o dia mais feliz da minha vida, mas sim mais um de uma lista bem longa.

Sei que quem veio do Brasil fez um sacrifício enorme para estar ao meu lado. Não sei se no dia conseguirei expressar toda a minha gratidão, mas saibam que a presença de cada um me enche de amor – por mais piegas que isso possa soar. Aqueles que realmente não conseguiram fazer a viagem (por diversos motivos), estarão em meu coração. Já daqueles que nem se deram ao trabalho de reagir ao convite, não carrego ressentimentos. Não faz bem para mim e afinal, cada um sabe o que faz.

Sou daquelas que sofre por antecedência e já estou com medo de tudo acontecer rápido demais. Vou me esforçar para gravar este dia na memória e deixar os sentimentos irem e virem, sem esconder nem forçar nada. Quero beijos com vontade e abraços demorados. Quero olhos nos olhos e sorrisos espelhados. Quero resolver o que der para ser resolvido e ignorar eventuais amarguras.

Trabalhamos duro para que este casamento seja um reflexo da nossa relação. Não estamos casando porque é tradição ou porque é o que esperam de nós (se é que esperavam isso da nossa história maluca kkk). Estamos casando porque queremos assumir este compromisso um com o outro e compartilhar-lo com aqueles que amamos.

Estou ansiosa por vários momentos, mas no topo da lista está aquela primeira troca de olhar entre o noivo e a noiva… Mas vou parar por aqui, senão vou dar a impressão de que tenho sonhado com isso ou algo do tipo!